Parcialidade (parte II)
Parcialidade! Bonita palavra, esta. Tão bonita que vou tentar fazer de improviso uma dissertação clubísticofilosófica acerca de tão poético polissílabo, mas sem ser tão chato quanto o Fernando Seara.
Antes de mais devo referir que, surpreendentemente, vejo nela uma certa analogia relativamente ao benfica, porque, se dividir a palavra em duas metades e alterar a sua ordem terei, “idade parcial”. E, meus amigos, isto tem tudo haver com o benfica, pois não há mais nenhum clube (ou pessoa) que pense que tenha uma idade parcial, ou seja, que festeje o seu suposto centenário 4 anos antes da data certa. Seguindo esta lógica, eu a partir de agora convidaria os amigos para festejar a formação do óvulo e do espermatozóide que me deram origem, umas semanas antes de eu nascer. O mais curioso é que os benfiquistas continuam a celebrar a fundação do clube Sport Lisboa (o qual foi verdadeiramente fundado em 1904 em Belém!), como se do sport lisboa e benfica se tratasse.
Acho sempre muito engraçado ver um jornalista expor as suas opiniões, em vez de expor os factos, e deixar o público os avaliar. Basta ligar a TVi pela noite, para ver a maior boca humana articulada fazer de cada anúncio de uma nova notícia, a sua própria opinião. O próprio Miguel Sousa Tavares (comentador prestigiado?) sentiu isso na pele, ao ser abocanhado, mastigado e cuspido em directo, por ter apenas uma opinião diferente da suposta jornalista, que todas as noites retira do seu abismo, digo boca, uma mão cheia de juízos inúteis. Outro exemplo, é o do jornalista Pedro Pinto, também da TVi (coincidência…?), a que eu prefiro chamar de Aquele-gajo-loiro-armado-em-jornalista-que-fazia-“cumentários”-no-big-brother, mas que por motivos de brevidade vou tratar por gajo-loiro-que-fazia-cu. Pois bem, este sujeito foi entrevistado há uns tempos, para a estação televisiva onde trabalha (isto já parece perseguição), enquanto assistia a um jogo de futebol do seu clube de eleição, o benfica, e onde afirmava ser um acérrimo adepto desse mesmo clube. Para um gajo-loiro-que-fazia-cu que se expõe assim, só falta dizer que andou a dar mergulhos da prancha do “Lucky me”, que bebia umas bejecas com o Vilarinho no elefante branco, ou que o Vieira lhe fazia sempre desconto quando lá ia comprar dois pares de pneus.
Não me interpretem mal! Acho que todo o jornalista tem o direito de expor a sua opinião, mas no local certo e sem afectar a sua isenção, como neste blog. Mesmo assim, fico entristecido quando “certas pessoas” dizem mal do meu SPORTING. E sim, eu não sou jornalista, nem juiz, nem árbitro, nem padre. Por isso, posso opinar sobre o que quiser sem esperar que um gajo qualquer me venha criticar, tipo eu!
PS: Para aqueles que repararam porque raio escrevi TVi, apenas posso dizer que subscrevo a Ana Malhoa quando esta dizia que “inteligente é com o i” e que foi a única forma de fazer o “i” o mais pequeno possível…
Antes de mais devo referir que, surpreendentemente, vejo nela uma certa analogia relativamente ao benfica, porque, se dividir a palavra em duas metades e alterar a sua ordem terei, “idade parcial”. E, meus amigos, isto tem tudo haver com o benfica, pois não há mais nenhum clube (ou pessoa) que pense que tenha uma idade parcial, ou seja, que festeje o seu suposto centenário 4 anos antes da data certa. Seguindo esta lógica, eu a partir de agora convidaria os amigos para festejar a formação do óvulo e do espermatozóide que me deram origem, umas semanas antes de eu nascer. O mais curioso é que os benfiquistas continuam a celebrar a fundação do clube Sport Lisboa (o qual foi verdadeiramente fundado em 1904 em Belém!), como se do sport lisboa e benfica se tratasse.
Acho sempre muito engraçado ver um jornalista expor as suas opiniões, em vez de expor os factos, e deixar o público os avaliar. Basta ligar a TVi pela noite, para ver a maior boca humana articulada fazer de cada anúncio de uma nova notícia, a sua própria opinião. O próprio Miguel Sousa Tavares (comentador prestigiado?) sentiu isso na pele, ao ser abocanhado, mastigado e cuspido em directo, por ter apenas uma opinião diferente da suposta jornalista, que todas as noites retira do seu abismo, digo boca, uma mão cheia de juízos inúteis. Outro exemplo, é o do jornalista Pedro Pinto, também da TVi (coincidência…?), a que eu prefiro chamar de Aquele-gajo-loiro-armado-em-jornalista-que-fazia-“cumentários”-no-big-brother, mas que por motivos de brevidade vou tratar por gajo-loiro-que-fazia-cu. Pois bem, este sujeito foi entrevistado há uns tempos, para a estação televisiva onde trabalha (isto já parece perseguição), enquanto assistia a um jogo de futebol do seu clube de eleição, o benfica, e onde afirmava ser um acérrimo adepto desse mesmo clube. Para um gajo-loiro-que-fazia-cu que se expõe assim, só falta dizer que andou a dar mergulhos da prancha do “Lucky me”, que bebia umas bejecas com o Vilarinho no elefante branco, ou que o Vieira lhe fazia sempre desconto quando lá ia comprar dois pares de pneus.
Não me interpretem mal! Acho que todo o jornalista tem o direito de expor a sua opinião, mas no local certo e sem afectar a sua isenção, como neste blog. Mesmo assim, fico entristecido quando “certas pessoas” dizem mal do meu SPORTING. E sim, eu não sou jornalista, nem juiz, nem árbitro, nem padre. Por isso, posso opinar sobre o que quiser sem esperar que um gajo qualquer me venha criticar, tipo eu!
PS: Para aqueles que repararam porque raio escrevi TVi, apenas posso dizer que subscrevo a Ana Malhoa quando esta dizia que “inteligente é com o i” e que foi a única forma de fazer o “i” o mais pequeno possível…

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