Incoerências coerentes e saudades de regresso ao futuro
Houve alguém um dia que me disse que nós mais não fazíamos que ser coerentes na nossa própria incoerência. Eu digo também que somos arrumados na nossa desarrumação. Que somos organizados no nosso caos. É assim que vamos funcionando.
Houve também alguém que disse que o tempo tinha o dom de tudo curar, de tudo mudar. Pois bem... não é o tempo que o faz... é a passagem dele por nós. As marcas que deixa. Os lugares que se conhecem. Os que desejamos conhecer. O sítio onde vivemos e aqueles onde gostaríamos de morar. As pessoas que passam, as que foram e as que foram ficando. E aquelas que não queremos que fiquem, mas que continuem a passar, a marcar e a demarcar-se.
Porque um blogue também pode ser um lugar para nos encontrarmos sem estarmos perto. Para estimularmos a nossa criatividade. Para partilharmos um pouco de nós e para nós. Para, enfim, combater o tempo e a distância ressuscitei (outra vez) o "hades".
Até já.
Houve também alguém que disse que o tempo tinha o dom de tudo curar, de tudo mudar. Pois bem... não é o tempo que o faz... é a passagem dele por nós. As marcas que deixa. Os lugares que se conhecem. Os que desejamos conhecer. O sítio onde vivemos e aqueles onde gostaríamos de morar. As pessoas que passam, as que foram e as que foram ficando. E aquelas que não queremos que fiquem, mas que continuem a passar, a marcar e a demarcar-se.
Porque um blogue também pode ser um lugar para nos encontrarmos sem estarmos perto. Para estimularmos a nossa criatividade. Para partilharmos um pouco de nós e para nós. Para, enfim, combater o tempo e a distância ressuscitei (outra vez) o "hades".
Até já.

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